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Sexualidade Masculina

Sexualidade Masculina

Problemas para atingir ou manter a ereção suficiente para uma penetração vaginal acomete cerca de 45% dos homens brasileiros, e é maior nos homens com mais de 70 anos de idade. Pode ter diversas causas:  psicogênica, de origem emocional, principalmente ansiedade e estresse; hormonal(baixa de testosterona); neurogênica (trauma com lesão de nervos ou após cirurgias na pelve, como a cirurgia para câncer de próstata); arterial, e por uso de algumas medicações. O mais comum é que haja um pouco dos vários fatores associados.  As pessoas que sofrem de algumas doenças e hábitos errados são mais frequentemente atingidos pela impotência sexual, por exemplo:  diabetes, o tabagismo, o etilismo, dislipidemia (gordura no sangue, colesterol aumentado), obesidade, sedentarismo e cirurgias pélvicas.

 

Como se dá a ereção?

 

O estímulo sexual atinge o organismo através da visão, audição, olfato, tato e memória estimulando o cérebro a mandar impulsos, através dos nervos ao pênis. Este estímulo provoca o relaxamento do músculo do pênis permitindo que ele se encha de sangue. Ao mesmo tempo ocorre o bloqueio da saída do sangue. Mais sangue chegando e menos saindo, o órgão vai se enchendo e se tornando túrgido. Portanto, para se ter adequada ereção é necessário que se tenha um bom estímulo (parceira atraente, cumplicidade e paixão entre o casal), sistema nervoso em bom funcionamento (ausência de ansiedade, estresse, ou lesões neurológicas) e vasos sanguíneos não obstruídos por placas de gordura (colesterol, triglicérides, diabetes, sedentarismo, obesidade  e cigarro).

 

Baixa hormonal mitos e verdades

 

A testosterona é o principal hormônio sexual masculino. Age promovendo o adequado funcionamento de vários órgãos, dentre eles o cérebro, músculos, ossos, pele, fígado, rins, medula óssea testículos e pênis.

 

 

Ações da testosterona

 

A falta de testosterona prejudica o funcionamento desses órgãos e pode ser causada por algumas doenças ou incidir com o aumento da idade.  Os sintomas da falta desse hormônio são cansaço fácil, depressão, falta de apetite sexual, diminuição da massa muscular e osteoporose dentre outros.

A freqüência de homens com diminuição da testosterona no corpo é de 7%para os com menos de 60 anos e 50% aos 80 anos. Apesar de ser comum com o envelhecimento, não pode ser simplesmente aceitado como natural. A população está vivendo cada vez mais e é um grande desafio da medicina proporcionar saúde e bem estar à população idosa. Queremos aproveitar ao máximo a terceira e quarta idade, afinal trabalhamos duro ao longo de uma vida inteira. Mas para se ter saúde após a aposentadoria é preciso plantá-la ao longo da vida.

Como Tratar os problemas de ereção?

A nossa sorte é que o que é bom para o coração também é bom para nossa vida sexual, assim as recomendações de uma vida saudável  com práticas de exercícios físicos, alimentação rica em verduras e frutas, evitar excesso de sal, açúcar e gorduras e não fumar, nos ajuda também a manter viva a nossa potência sexual.

Quando a modificação do estilo de vida não é suficiente para melhorar a qualidade de vida sexual das pessoas, pode ser necessário tratamento com medicações. Quando o problema está na falta de testosterona, esse hormônio pode ser reposto. A melhor forma de fazer isso é através das aplicações intramusculares ou transdérmicas (adesivos ou cremes aplicados na pele) de testosterona. Existem disponíveis no mercado aplicações de uso trimestral, mensal ou quinzenal. Além disso, remédios para impotência estão disponíveis para serem usados quando necessário. Os mais utilizados são os comprimidos de inibidores de fosfodiesterase-5 (Cialis, Helleva, Levitra e Viagra). Também existem as aplicações de medicações injetáveis diretamente no pênis.  Entretanto, sempre devem ser orientados por um médico.

Doença de Peyronie

A doença de Peyronie é uma curvatura anormal do pênis levando a encurtamento e dificuldade para as relações sexuais. É causada por uma fibrose calcificada da albugínea, espécie de cicatriz, que torna a região acometida inelástica, "puxando"o pênis para o lado acometido no momento da ereção, levando ao curvamento. O tratamento envolve medicações ou cirurgia, a depender do grau da curvatura.